Pagamentos por aproximação ganham novo teto a partir de janeiro de 2021: R$ 200

É a segunda vez que o limite aumenta, acompanhando a popularização do método, que cresceu 478% no Brasil em 2020, segundo a Abecs

Pagamento por aproximação no metrô do Rio. Crédito: Divulgação/Visa.
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Na primeira semana de janeiro deve entrar em vigor um novo teto para pagamentos por aproximação sem senha no Brasil: R$ 200. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), é a segunda vez que esse limite aumenta. Em julho de 2020, passou de R$ 50 para R$ 100.

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Esse movimento acompanha a crescente popularização do uso desse método de pagamento, que cresceu 478% neste ano até setembro em relação a igual período de 2019, gerando um volume de R$ 22,7 bilhões.

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No Brasil, a maioria das transações feitas por meio de NFC (Near Field Communication) ocorrem via cartão de crédito (65%), seguido de cartão débito, segundo dados da Visa Consulting & Analytics. A penetração da tecnologia via pulseiras, smartphones e smartwatches ainda está crescendo no país.

Ainda não se sabe de que maneira a popularização dos pagamentos por QR Code e pelo PIX vai interferir no crescimento dos pagamentos por aproximação. Lançado em novembro, o PIX já acumula mais de 116 milhões de chaves cadastradas e mais de R$ 80 milhões em pagamentos, segundo o Banco Central.